Editora DIFEL – A História
Fundada em 1982 pelo empresário Manuel Boullosa, a Difel cedo se revelou um nome a ter em conta no panorama editorial do seu tempo.
Depois de uma década que, em Portugal, se privilegiou os livros de temática política e social, a Difel apostou na edição de ficção estrangeira. A estratégia passava por facultar ao público português alguns dos grandes nomes da literatura universal que estavam ausentes das livrarias nacionais. Autores como Marguerite Duras, Jorge Luis Borges, Marguerite Yourcenar, Gonzalo Torrente Ballester, Camilo José Cela, James Joyce ou Hermann Hesse não estavam sequer traduzidos ou tinham escassa divulgação.
Paralelamente, apostou-se em novos autores e publicaram-se os primeiros livros de Isabel Allende, Amin Maalouf, Antonio Tabucchi, Colleen McCullough, Sue Townsend, Marion Zimmer Bradley e o primeiro romance de Umberto Eco - O Nome da Rosa -, grandes sucessos editoriais que perduram até hoje.
Também alguns autores portugueses passaram a integrar o catálogo da Difel: António Mega Ferreira, Luísa Costa Gomes, Marcello Duarte Mathias e Fernando Campos, cuja obra A Casa do Pó foi considerada pela crítica como um dos melhores romances históricos publicados em Portugal.
Os álbuns ilustrados sobre a temática do património artístico de Portugal também não existiam e Igrejas de Portugal, publicado em 1985, foi talvez, entre nós, o primeiro exemplo bem sucedido deste género.
Desde então, para além dos autores de prestígio que vinha a publicar, a Difel reforçou o seu catálogo com o que de melhor se edita em Portugal e no mundo, acrescentando autores consagrados e galardoados com os principais prémios internacionais, como o Nobel da Literatura, o Príncipe das Astúrias, o Booker, o Cervantes, entre muitos outros.
Em resposta a um mercado em crescimento, a Difel tem vindo a criar novas linhas editoriais, que respondem às necessidades de um público leitor cada vez mais exigente: Colecções como Profissão: Adolescente, de Maria Teresa Maia Gonzalez, um dos principais nomes da literatura infanto-juvenil em Portugal; a colecção Sociedade em Debate, com títulos de grande actualidade política e social; ou a colecção Viajantes na Imaginação, dirigida aos aficionados de ficção científica; Colecções que são hoje também marcas de qualidade da editora.
A Difel tem hoje um catálogo de prestígio e diversificado com mais de 500 títulos, mantendo uma produção anual de aproximadamente 50 novas obras e um número não menos significativo de reedições.
O leitor está em primeiro lugar e, como tal, esforçamo-nos diariamente para garantir a qualidade do que publicamos para que o público continue a confiar na chancela Difel.
EDITORA GÓTICA
Uma Alternativa de Qualidade
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Em 2000, a Difel, conjuntamente com Maria da Piedade Ferreira, uma editora cujo trabalho é reconhecido nacional e internacionalmente, criaram uma nova editora, a Gótica, cujos objectivos foram, desde o início, a abordagem de um mercado alvo selectivo, apostando fortemente numa identidade própria através da edição de livros de qualidade, em géneros tão diferentes como o policial, o ensaio, a poesia e a literatura portuguesa e estrangeira.
Com um catálogo que conta com mais de 150 títulos de autores de grande qualidade. Entre os portugueses destacam-se Vasco Pulido Valente, Pedro Tamen, António Osório, Richard Zimler, Maria do Rosário Pedreira, Ana Vicente, Marcello Mathias. Na ficção estrangeira, Susan Sontag, Robert Dessaix, Elizabeth Kostova, Jon Fasman, Julia Navarro, Armistead Maupin, Luís Alfredo Garcia-Roza, Dennis Lehane, Val McDemid, Mo Hayder, Michael Connelly, Peter Robinson ou Anne Perry dão corpo a uma editora que tem visto as suas escolhas reconhecidas pela crítica e pelos seus cada vez mais numerosos leitores.
Brevemente, a Editora Gótica terá o seu catálogo on-line, onde poderá consultar os seus autores e obras favoritas, bem como encomendá-las directamente à editora.?
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