ISRAEL,
ONTEM E HOJE de Esther Mucznik e Joshua Ruah (Coordenação)
Colecção: Sociedade em Debate
Ano de Edição: 2007
Nº Páginas: 400
ISBN: 978-972-29-0849-8
EAN: 9789722908498
PVP: 19,08 €
Testemunhos de JORGE SAMPAIO, SAMUEL TEVET e SHIMON PERES.
Um abrangente e culturalmente fundamental projecto editorial sobre a
História do Estado de Israel, com a coordenação do Presidente e da
Vice-Presidente da comunidade israelita em Portugal.
Nos mapas medievais,
Jerusalém era o centro do mundo. E em muitos aspectos continua a sê-lo do ponto
de vista dos meios de comunicação internacionais. Os jornalistas costumam dizer
que basta deixar uma câmara de televisão ligada, a gravar apenas meia hora em
qualquer cidade de Israel, ir tomar um café e no regresso verificar: «Já temos
uma reportagem.» Não há nenhum país no mundo com tanta riqueza humana,
contradições, raças, religiões, línguas, conflito e drama como neste pequeno
país do tamanho da Galiza, cenário do best-seller
n.º 1 da humanidade, a Bíblia.
«Demasiada história para
pouca geografia», costumava dizer o fundador do
Estado, David Ben-Gurion. Como comentava um
jornalista japonês, Israel e o Médio Oriente são por excelência o parque de
atracções dos jornalistas. E eu acrescentaria que frequentemente se limita a
ser a vertiginosa montanha russa do mundo jornalístico. Há, actualmente, 28
conflitos abertos no mundo, 25 deles islamitas: de
Caxemira até à Chechénia, do Sudão até à Palestina. Nenhum deles, no entanto,
goza da cobertura que tem o Médio Oriente. Haim Weizmann, o primeiro presidente do Estado de Israel, questionava-se há mais de 50 anos: «O que é que nos
distingue dos outros povos?», ao mesmo tempo que respondia: «Somos exactamente
o mesmo, só que um pouco mais.
Henrique Cymerman
«(…) Este pedaço de terra mais
pequeno do que o Alentejo tem um passado que se perde na noite dos tempos; nele
nasceram religiões que influenciaram decisivamente o devir da humanidade; ponto
de passagem entre os continentes, foi objecto de
incontáveis disputas; foi cobiçado, idealizado, celebrado em verso e em canto,
sacralizado e venerado, investido pela paixão religiosa e política
como talvez nenhum outro em toda a terra.
Assim
foi no passado, assim é no presente… (…).»
Jorge
Sampaio
In Israel,
Ontem e Hoje