HISTÓRIA
DO FEIO de Umberto Eco
Tradução: António Maia da Rocha
Formato: 24,00 cm x 17,00 cm
Colecção: Álbuns Ilustrados
Ano de Edição: 2007
Nº Páginas: 456
ISBN: 978-972-29-0854-2
EAN: 978-972-29-0854-2
PVP: 40,39 €
História
do Feio vem na sequência do anterior – História da Beleza. Aparentemente, beleza e fealdade são conceitos
que mutuamente se exigem: habitualmente entende-se a fealdade como o oposto da
beleza, de modo que bastaria definir a primeira para se saber o que é a outra. Mas
as diversas manifestações do feio através dos séculos são mais ricas e
imprevisíveis do que comummente se julga. Por isso, não só os textos antológicos, mas também as ilustrações extraordinárias
deste livro, levam-nos a percorrer um itinerário surpreendente entre pesadelos,
terrores e amores de quase trinta mil anos, onde os actos de repulsa caminham
de mãos dadas com comoventes movimentos de paixão, e a rejeição da deformidade
é acompanhada de êxtases decadentes que, as mais das vezes, são violações sedutoras
de todos os cânones clássicos.
Entre demónios, loucos, inimigos horríveis e presenças
perturbantes, entre abismos revoltantes e deformidades que atingem o sublime, freaks e mortos-vivos,
descobre-se uma veia iconográfica vastíssima e, muitas vezes, inimaginável.
Assim, ao longo deste livro, vamos encontrando feio de natureza, feio
espiritual, assimetria, desarmonia, desfiguração, numa sequência de mesquinho,
débil, vil, banal, casual, arbitrário, grosseiro, repugnante, desajeitado,
horrendo, sensaborão, nauseabundo, criminoso, espectral, bruxo, satânico,
repelente, desagradável, grotesco, abominável, odioso, indecente, imundo,
porco, obsceno, pavoroso, abjecto, monstruoso, horripilante, medonho, terrível,
terrificante, tremendo, repulsivo, nojento, nauseabundo, fétido, ignóbil,
desgraçado, sem graça nenhuma nem decência.
O primeiro editor estrangeiro que viu esta obra exclamou:
«Como é bela a fealdade!»